quinta-feira, 8 de julho de 2010
Descrevendo a menina que mora em mim.
Desorganizada, embora esteja sempre tentando organizar tudo. De lápis no estojo à sentimentos. Movida a música. Não tente contar quantos risadas ela dá ao dia, você perderia a conta. Difícil mais bipolaridade que a dela, nisso ela concorda com todo mundo, talvez a única coisa que ela concorde com o resto das pessoas. Odeia ter que tomar decisões, sua palavra chave é INdecisão. Não é perfeccionista, mas adora elogios portanto está sempre buscando a perfeição. Porém, nunca encontra. Apaixonada por sorrisos e abraços. Ela é ombro amigo até quanto tenta não ser. Adora ser diferente, mas às vezes tem um pouco de vergonha de mostrar toda essa excentricidade. Encontrou nas palavras um modo de dizer o que a boca não consegue. Não consegue sossegar as mãos. Quando não estão teclando, estão estralando os dedos, ou no cabelo. Poucas pessoas conseguiram a conquistar pra sempre, suas melhores amigas e os livros de Medicina devem ser os únicos. Acredita nos sonhos e olha que são muitos para se levar a sério todos. Consumista sem poder aquisitivo. Ela não finge se importar, ela se importa de verdade. Adora chorar, acha que lágrimas indo embora levam junto a dor. Bobagem. Sente saudade de tudo e todos do passado, até de quem não queria sentir nada. Tímida no começo, mas não estranhe se depois ela ficar extrovertida. Mais precisamente depois de 2 minutos. Ouve de tudo, lê de tudo. Quer conhecer no mínimo 3 lugares no mundo que sejam diferente da cidade onde nasceu, diferente do país tropical que nasceu. Reclamona. Ela sabe divertir alguém quando quer, mas sabe ser cruel quando precisa. Entre o vai-e-vem da vida ela vai aprendendo a ser feliz com o que tem, com o que sonha, com o que quer e com o que pretende conquistar. Afinal, insatisfação e imaginação são só mais um dos defeitos (qualidades) dela.
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